Quarta, 8 Setembro de 2010

Chico Xavier o Filme

Autor admin Em 27/03/2010 1 COMMENT

Sinopse
Chico Xavier é uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium Chico Xavier, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Vida conturbada, com lutas e amor. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Fenômeno? Fraude? Os Espíritos existem? Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.

FICHA TÉCNICA
Título original: Chico Xavier o Filme
Direção: Claudio Amaral Peixoto
Distribuição: Columbia/Sony Pictures, Downtown Filmes
Elenco: Nelson Xavier, Tony Ramos, Christiane Torloni, Giulia Gam, Leticia Sabatella, Pedro Paulo Rangel
Gênero: Biografia, Drama
Duração: 125 minutos
Data da Estréia: 02/04/2010
Classificação: Livre
Site Oficial do filme Chico Xavier
SCREENSHOTS
TRAILER

Eles não viajaram por 13 dias em um pau-de-arara de Pernambuco a São Paulo, não engraxaram sapatos nas ruas e não tiveram o dedo mutilado em um torno mecânico. Ainda assim, esses outros presidentes fizeram a seus modos e estilos partes da História que dariam filmes.

Jânio Quadros e sua vassoura; Tancredo Neves e a turbulenta abertura política; Sarney e seus fiscais da economia; Fernando Collor e sua ‘demissão’ do Palácio do Planalto; Getúlio Vargas e o disparo no próprio coração. Na esteira de “Lula – O Filho do Brasil”, que estreou no primeiro dia do ano, a classe política, que sempre manteve distância das salas de cinema, vai aparecer na tela grande.

O cineasta Silvio Tendler, que já ganhou prêmios com longas sobre João Goulart (“Jango”, de 1984) e Juscelino Kubitschek (“Os Anos JK – Uma Trajetória Política”, de 1980), abre as portas do cine-Planalto. Há 20 anos debruçado sobre fitas K7 e arquivos de Tancredo Neves, ele anuncia que fará enfim a estreia do longa “A Travessia de Tancredo” em abril.

O segundo projeto de Tendler será sobre José Sarney, o vice do político mineiro, que acabou assumindo a presidência do país em 1985. Foi durante uma entrevista com o presidente do Senado que veio a inspiração ao cineasta, mesmo sob ventos e tempestades que assolavam a carreira do político. “A história de vida dele pode ser tão dura quanto a do Lula”, acredita Tendler.

Depois de Lula, a família Barreto tem outro alvo na extremidade oposta do ringue eleitoral que se ergueu em 1989. Fernando Collor de Mello vai ter sua vida em filme rodada por Bruno Barreto, irmão de Fábio (diretor de “Lula”) e filho de Luiz Carlos. O projeto terá como base o livro Notícias do Planalto, de 1999, do jornalista Mário Sérgio Conti.

Já Fernando Henrique ganha um mimo mais fofo. Ao lado de Miguel Darcy e da cientista política Ilona Szabo, o ex-presidente terá em 2011 o documentário de nome forte “Rompendo o Silêncio”, que propõe uma discussão sobre a regulamentação das drogas no País.

Jânio Quadros, mesmo sério, fazia humor. Muitos riam só de ouvi-lo falar. E, assim, peripécias como a proibição do uso de biquínis nas praias por mulheres até sua atrapalhada renúncia estarão no longa do ator e diretor Paulo Figueiredo. Ao lado de Nelson Valente, ele prepara uma minissérie de 12 capítulos para TV e um filme orçado em R$ 13 milhões.

E a lista se fecha com um projeto ambicioso do roteirista Lauro César Muniz, que quer narrar nos cinemas os 19 dias que antecederam o 24 de agosto de 1954, quando o presidente Getúlio Vargas deu cabo da própria vida para entrar para a História. A direção será de Daniel Filho. As informações são do Jornal da Tarde.

Fonte: Yahoo Notícias.


No dia 12 de dezembro de 2010, Silvio Santos, o dono do SBT, completará 80 anos. Vai ganhar um filme sobre sua vida – e o tom da obra estará em algum ponto entre o épico e o dramático. A obra está nas mãos do produtor artístico Carlos Augusto de Oliveira – irmão de José Bonifácio de Oliveria Sobrinho, o Boni, ex-diretor-geral da Rede Globo. Guga de Oliveira, como Carlos Augusto é conhecido, garante que já recebeu consentimento verbal para o roteiro de 400 páginas, que vai contar como um camelô se tornou um dos mais bem-sucedidos homens de negócios e entretenimento do país. Mas ainda aguarda a aprovação formal para as filmagens. O longa será baseado no livro A Fantástica História de Silvio Santos, do jornalista Arlindo Silva. Porém, deve se deter a trechos menos conhecidos da biografia. “Vou dar prioridade às amizades de Silvio com os intelectuais da Lapa antiga, no Rio, e a detalhes sobre a perda da primeira esposa, Cidinha”, adianta o diretor.

Como surgiu a ideia de realizar um filme sobre o Silvio Santos?
Decidi fazer o filme logo após ler o livro do jornalista Arlindo Silva. Em uma viagem de negócios à Rede Globo, comprei o livro no aeroporto, e foi ele que distraiu o meu medo de avião. Logo achei que daria um belo roteiro de cinema e comprei os direitos autorais da obra. É uma forma de prestar homenagem ao Silvio, além de ser uma oportunidade comercial muito interessante. Na história do cinema brasileiro, as biografias realizadas não foram muito felizes, a exemplo de Mauá O Imperador e o Rei (1999) e Villa Lobos, Uma Vida de Paixão (2000). Em contraposição, a filmografia americana tem produções maravilhosas, como Lawrence da Arábia (1962), Gandhi (1982), entre outros filmes sobre personagens históricos. O Silvio se põe nesse hall porque tem uma história comovente: um menino pobre, vindo de uma família de imigrantes, que se tornou vitorioso, dono de uma rede de comunicação.

Conversei com o Silvio na época sobre a ideia, e ele disse que, se eu mesmo tocasse o projeto, não haveria nenhuma restrição. Ele conhece bem o meu trabalho, pois já produzi programas e especiais para o SBT, como a série Joana (1991) e a novela Cortina de Vidro (1991). Mas o projeto acabou ficando parado durante alguns anos, pois não se sabia os rumos que a relação entre o Silvio e a televisão iria tomar. Com a perspectiva biográfica de ele completar 80 anos, voltei ao assunto, e o Silvio foi muito receptivo. Ele leu o roteiro – um calhamaço de 400 páginas, todo detalhado – e respondeu, com simpatia, que tinha confiança no meu trabalho. Temos uma relação muito boa, e ele sabe do meu profissionalismo moral e ético. Jamais iria dizer que ele é careca, por exemplo – o que, na verdade, ele não é.

O que falta para o longa começar a ser rodado?
Como será um filme caro [o orçamento previsto é 10 milhões de reais], vamos precisar de um aporte financeiro expressivo. Isso significa contar com o apoio de distribuidoras internacionais, como a Universal e a Fox. Essas empresas exigem um documento formal que prove que Silvio Santos está ciente do filme e concorda com sua produção. Já enviei o material ao departamento jurídico da empresa dele: tudo o que falta é a assinatura. Gostaria de ter o filme pronto para ser lançado no fim do ano que vem. Para que isso ocorra, preciso desse posicionamento até o final de 2009. Como teremos locações internacionais, na Grécia, França e Estados Unidos, precisamos programar tudo com antecedência. Mas acredito, pelo entusiasmo dele, que o documento estará assinado na próxima semana.

E o elenco, já foi contatado?
O elenco precisa ser montado em função do cronograma de filmagem. Então, ainda dependo da assinatura do Silvio. Há dois anos, sondei Edson Celulari para o protagonista adulto. Na época, ele aceitou, mas ainda preciso confirmar a agenda dele para o ano que vem – se já estará em outro filme, novela ou teatro. Além do Edson, penso na Ivete Sangalo para interpretar a Marlene, rainha do rádio. A Hebe Camargo fará o papel dela própria, Carlos Alberto da Nóbrega vai fazer o pai dele, Manoel da Nóbrega, o filho do Chico Anísio, Bruno Mazzeo, pediu para interpretar o pai [Chico e Silvio disputavam um lugar na rádio quando tinham 20 anos - e Silvio foi o vencedor]. Para criar uma expectativa maior em torno do filme, pensei em realizar testes com atores mirins para o papel de Silvio garoto. Seria um plano de marketing interativo, em que o público votaria no melhor ator.

No livro, a história de Silvio Santos é entremeada por fatos históricos. Como será no filme?
O foco é a biografia do Silvio, mas o pano de fundo será a história do país nos últimos 80 anos – citando a era de ouro do rádio e o nascimento da televisão. Sendo assim, vou reconstruir cenários, como o Cassino da Urca, por exemplo. Mas o filme começa com um flashback biográfico: o pai de Silvio na Grécia, na época em que era jornaleiro; sua ida a Marselha (França), onde trabalhou como camelô; sua vinda para o Brasil, onde montou uma lojinha na Lapa do Rio, no finalzinho dos anos 1920.

O filme traça a trajetória do apresentador até os dias atuais?
Ele chega aos dias atuais, mas de maneira simplificada. Pelo menos 80% do filme vai se deter à infância e juventude do protagonista e ao Silvio empreendedor, antes de se tornar um grande empresário de sucesso. Dali pra frente, todo mundo já conhece a história. Vou dar prioridade a outros assuntos de que pouca gente sabe, como as amizades de Silvio com os intelectuais da Lapa antiga do Rio e detalhes sobre a perda da primeira esposa, Cidinha, em Nova York. O livro se prende muito a dados estatísticos e é muito preciso. Esses dados vão dar embasamento ao filme, mas a linguagem cinematográfica é outra. Pretendo transformar essas informações jornalísticas em uma história com mais emoção. Ainda vou reescrever o final, mas devo terminar com Silvio completando 80 anos de idade.

Fonte: Veja.com


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